A Marca

A paixão pela moda, a vontade de fazer diferente e a busca pelo resultado perfeito foram as motivações da estilista Eduarda Galvani para tirar seu sonho do papel e torná-lo realidade. Eduarda desenvolveu desde o berço a delicadeza e sensibilidade para criar vestidos de festa e noivas sofisticados, com romantismo e acabamento impecável. Herança da avó Celina Bona, que comanda um atelier de tingimentos de tecidos finos e hoje trabalha com a neta. Aos 15 anos Eduarda já desenhava vestidos para suas amigas e, ainda adolescente, morou em Londres para estudar na London College of Fashion. O primeiro trabalho com moda foi nas Lojas Renner em sua volta do exterior, quando também iniciou a graduação em Design de Moda. Eduarda permaneceu por quatro anos na empresa passando pelas áreas de compras e criação.

Aos 23 anos, a estilista largou a estabilidade de seu emprego para abrir o próprio atelier. Com a proposta de criar vestidos exclusivos, prezando pela sofisticação e qualidade, o Atelier Eduarda Galvani abriu suas portas oficialmente em 2014 no bairro Higienópolis em Porto Alegre. Com foco no trabalho feito à mão, no atendimento personalizado e na qualidade dos tecidos utilizados, Eduarda usa seu talento e dedicação para realizar o desejo das clientes: criar peças únicas para momentos especiais.

Coleções

Jardin du Luxembourg

A marca inspirou-se no famoso Jardim de Luxemburgo, localizado em Paris, França. Com canteiros floridos, árvores, lagos, espaços lúdicos para as crianças, zona de desportos para adultos e relvados, o Jardin du Luxembourg, como os franceses lhe chamam, possui também um teatro de marionetes e recantos calmos com cadeiras para repouso ou leitura.

Buscaram-se referências de bordados que remetessem às emoções de quem visita o Jardim de Luxemburgo: flores foram bastante usadas como inspirações para bordados 3D, bordados de linhas e bordados de flores boleadas em diversos tamanhos; tulipas foram exploradas nas formas dos vestidos, silhueta bem marcada e saias mais rodadas com bastante armação; bordados com galhos e pequenos arabescos remetem as paisagens do tema e também a um clima mais melancólico; as rendas, também bastante exploradas na coleção, remetem à delicadeza das flores, às sensações alegres e românticas do tema em questão.

Buscou-se trazer cores que remetessem às sensações que a marca gostaria de passar com a coleção e também coordenada com o tema e a estação para quais as peças foram produzidas. Os tons mais escuros, como o preto, bordô e cinza elucidam, além de sofisticação, emoções mais dramáticas e melancólicas. Já os tons pastéis, retratam todo o romantismo, a delicadeza e suavidade que o tema também conduz. Para complementar foram usadas cores mais vibrantes nos bordados e acabamentos das peças.

Sofisticação, romantismo e delicadeza, palavras importantes no DNA da marca, estão retratadas principalmente nos materiais e aviamentos escolhidos: rendas francesas exclusivas, trazidas do próprio país; a suavidade, estampada pelos inúmeros metros de gazar e organza de seda das saias rodadas; milhares de cristais e pérolas tingidas manualmente pela avó da estilista; além do tom avermelhado que mais uma vez foi produzido no próprio atelier.

Le Rêve

Sua primeira coleção, chamada Le Rêve, buscou referências inspiradas na década de 50, na estética da mulher parisiense e no estilo New Look Dior. “Queríamos transmitir elegância, suavidade, romantismo e muita feminilidade. Todos os tecidos foram minuciosamente escolhidos a dedo e as pedras, cristais e pérolas foram testadas até chegar à combinação perfeita”, comenta Eduarda, que para materializar esta estética na coleção assumiu a cintura bem marcada e saias amplas e volumosas em godê, um corte que ficou bastante conhecido na década de 50.

A cartela de cores é basicamente composta por dois tons: nude e o que chamamos de cinza névoa. O nude traz bastante essa estética romântica, delicada e bem feminina e, para passar a elegância e sofisticação da mulher moderna, escolhemos o cinza névoa, que foi uma criação em conjunto com a avó.

Para enfatizar o romantismo e suavidade foi usado Cetim Chanel, Cetim Duchese, Chiffon e Georgette de seda, além das rendas Chantilly, Soutache e Tule Francês para os looks de noiva e moda festa. A maioria dos tecidos foram tingidos manualmente, um trabalho bastante delicado e minucioso. “Além desses tecidos, queria algum que falasse por si só, que expressasse principalmente a feminilidade da mulher, por isso escolhi um Jacquard de renda em tons de nude, rosê e caramelo”, comenta Eduarda.

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